Blog do professor Jean Mourão
BLOG DO PROFESSOR JEAN MOURÃO
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
sexta-feira, 12 de novembro de 2010
1° ANO: Trabalho (PRODUÇÃO DO CONHECIMENTO GEOGRÁFICO)
PRODUÇÃO DO CONHECIMENTO GEOGRÁFICO
Disciplina Geografia
Professor Jean Mourão
1° ANO
Objetivo Geral
Refletir sobre a dinâmica do processo agrário no mundo relacionando com a importância do desenvolvimento sustentável para alcançar qualidade de vida.
- Para se atingir o objetivo geral proposto elabore um texto contemplando os seguintes aspectos:
Almanaque Brasil Socioambiental: Cap. MODELOS DE DESENVOLVIMENTO, pag. 413 a 469.
Ø Economia ecológica,
Ø Desenvolvimento sustentável,
Ø Consumo sustentável,
Ø Agricultura sustentável,
Ø Agronegócio, revolução verde,
Ø Meio ambiente e crescimento,
Ø Responsabilidade socioambiental corporativista.
ATENÇÃO
- O texto deverá ser desenvolvido em, no máximo, 3 (três) páginas / laudas digitadas no Word, em fonte Arial, tamanho 12, espaçamento 1,5 e justificado ou manuscrito em folha pautada ou A4 à caneta azul ou preta.
- A Produção do Conhecimento pode ser realizada em equipe de até 3 (três) alunos.
- O texto deve ser produzido com base no Almanaque Brasil Socioambiental.
- Pontuação: 1,0 ponto na nota A4.
- Não será permitido em trabalhos manuscritos: Lapis, folha de caderno ou fichario.
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
3° ANO: Texto complementar sobre África
Introdução
A África é um continente com, aproximadamente, 30,27 milhões de quilômetros quadrados de terras. Estas se localizam parte no hemisfério norte e parte no sul. Ao norte é banhado pelo mar Mediterrâneo; ao leste pelas águas do Oceano Índico e a oeste pelo Oceano Atlântico. O Sul do continente africano é banhado pelo encontro das águas destes dois oceanos.
Informações importantes sobre o Continente Africano:
- A África é o segundo continente mais populoso do mundo (fica atrás somente da Ásia). Possui, aproximadamente, 800 milhões de habitantes.
- É um continente basicamente agrário, pois cerca de 63% da população habitam o meio rural, enquanto somente 37 % moram em cidades.
- No geral, é um continente pobre e subdesenvolvido, apresentando baixos índices de desenvolvimento econômico. A renda per capita, por exemplo, é de, aproximadamente, US$ 800,00. O PIB (Produto Interno Bruto) corresponde a apenas 1% do PIB mundial. Grande parte dos países possui parques industriais pouco desenvolvidos, enquanto outros nem se quer são industrializados, vivendo basicamente da agricultura.
- Além da agricultura, destaca-se a exploração de recursos minerais como, por exemplo, ouro e diamante. Esta exploração gera pouca renda para os países, pois é feita por empresas multinacionais estrangeiras, principalmente da Europa.
- Os países africanos que possuem um nível de desenvolvimento um pouco melhor do que a média do continente são: África do Sul, Egito, Marrocos, Argélia, Tunísia e Líbia.
- Os principais problemas africanos são: fome, epidemias (a AIDS é a principal) e os conflitos étnicos armados (alguns países vivem em processo de guerra civil).
- Os índices sociais africanos também não são bons. O analfabetismo, por exemplo, é de aproximadamente 40%.
- As religiões mais presentes no continente são: muçulmana (cerca de 40%) e católica romana (15%). Existem também seguidores de diversos cultos africanos.
- As línguas mais faladas no continente são: inglês, francês, árabe, português e as línguas africanas.
Conflitos recentes
O caso do Quénia revela uma face da política na África: a falta de democracia. Embora o quadro esteja começando a mudar, ainda é cedo para afirmar que os africanos aderiram convictamente à democracia. “A tendência é que o processo de violência seja contido. Mas ficou o alerta de que a tolerância com a falta de democracia e com as desigualdades sociais e regionais tem um limite”, diz Penna.
Já no caso do Sudão, Penna assusta-se em ver como a comunidade internacional tem deixado repetir um processo de genocídio perpetrado com a anuência do governo sudanês. “Daqui a pouco iremos assistir políticos ocidentais dizendo que não sabiam da gravidade do que estava acontecendo por lá, exactamente como ocorreu em Ruanda em 1994. Mas a verdade não é essa e todos sabem exactamente o que está acontecendo em Darfur”, acredita.
TESTE SEU CONHECIMENTO
01) Não é característica da economia da chamada África Branca:
a) a exploração dos recursos minerais e energéticos é responsável pela maior parte da renda da região.
b) o cultivo de vinhas e oliveiras é atividade da região de clima úmido da faixa litorânea do Marrocos.
c) o fértil vale do Nilo concentra una população cuja produção agrícola é importante base econômica do país.
d) grandes reservas de fosfatos, consideradas as maiores do mundo, são riquezas do Saara Ocidental.
e) apesar da região ser muito rica em minerais, é carente de petróleo, que importa do Oriente Médio.
02) Os climas que ocupam as porções norte e sul da África:
a) mediterrâneo.
b) tropical.
c) árido.
d) equatorial.
e) semi-árido.
3) ( ) A África Subsaariana apresenta altíssimo IDH, caracterizado pela alta concentração de pobreza e pela fome que assola grande parte da população.
4) ( ) A existência de reservas minerais para aproveitamento econômico constituiu outro fator de fixação de populações em áreas específicas do continente africano.
5) ( ) O setor industrial dos países africanos, de modo geral, apresenta diversificação, dinamismo suficientes para sustentar um desenvolvimento econômico autônomo.
GABARITO
1)E
2)A
3)E
4)C
5)E
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
3° ANO: Trabalho de Geografia
3° ANO
ASSUNTO: ÁFRICA
• Pesquisar em livros de geografia ou internet, valendo 1,0 ponto da A4.
• Entregar em folha separada.
• Fazer individual, dupla ou trio.
Quadro Natural e regionalização da África
1. Como é formado o relevo africano?
2. Exemplifique a diversidade de vegetações na África e caracterize os principais tipos de vegetação da África.
3. Como a África é dividida?
4. Que países constituem a África do Norte?
5. O que é o Magreb?
6. Por que a África Subsaariana é considerada uma das regiões mais pobres do planeta?
7. O que é o Sahel?
Economia Africana
8. Qual é o nível tecnológico empregado na agricultura africana?
9. Quais são os países mais industrializados do continente?
Problemas étnico, Fome e doenças na África
10. O que foi o Apartheid? Em que pais foi implantado? Quanto tempo durou?
11. Aponte dados sobre a epidemia de AIDS na África Subsaariana.
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
Índice de Desenvolvimento Humano do Brasil melhora, mas educação é entrave
Apesar dos avanços mostrados pelo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), a educação brasileira ainda apresenta problemas estruturais graves, que, segundo especialistas, não devem ser resolvidos a curto prazo. Embora o País tenha praticamente universalizado a oferta de ensino fundamental, itens como a educação infantil, a evasão do ensino médio e a qualidade da aprendizagem persistem como alguns dos maiores gargalos do sistema.
Neste ano, em que o IDH mudou sua metodologia – agora são considerados a média de anos de escolaridade de pessoas com 25 anos ou mais e os anos de estudo esperados –, a educação continua sendo apontada como o maior entrave para o avanço do Brasil no ranking.
“A educação é um fator limitador do desenvolvimento”, afirma Daniel Cara, coordenador-geral da Campanha Nacional pelo Direito à Educação. “É claro que o País melhorou, mas esses avanços ainda são insuficientes para as nossas necessidades.”
Para Mozart Neves Ramos, do movimento Todos Pela Educação, a obrigatoriedade do ensino dos 4 aos 17 anos, recém-aprovada pelo governo federal, vai ajudar o País a avançar mais.
Desaprovação
O Ministério da Educação emitiu uma nota afirmando que o novo IDH não é comparável aos anteriores. A pasta diz que os novos índices devem “ser mais bem esclarecidos para que se possa cumprir os objetivos do Pnud de simplicidade, transparência e popularidade.” O ministério também afirma que o relatório “não capta o esforço de políticas desenvolvidas nos últimos anos com repercussão significativa na melhoria dos indicadores sociais e educacionais”.
Brasil tem 185 milhões de habitantes, diz número parcial do Censo 2010
O Brasil tem 185.712.713 de habitantes, segundo resultado preliminar do Censo 2010, divulgado ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
O número oficial será conhecido somente no dia 29 deste mês, após uma eventual análise de contestações apresentadas por municípios insatisfeitos com a contagem. Estimativa divulgada em agosto do ano passado pelo instituto apontara população maior, de 191,5 milhões de pessoas - 5,8 milhões a mais.
"Essa discrepância é normal. Agora temos o dado real, contado", diz a pesquisadora Ana Amélia Camarano, coordenadora de População e Cidadania do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). "No dia em que a estimativa acertar na mosca, a gente não precisa mais gastar R$ 1,5 bilhão com o Censo", acrescenta Ana Amélia.
Ela lembra que o dado divulgado ontem ainda é parcial e avalia que provavelmente o resultado final será um pouco maior, perto de 188 milhões, com eventual acréscimo de domicílios não incluídos na contagem.
Para Ana Amélia, o resultado mostra que a taxa de fecundidade caiu mais do que se previa no Brasil. "A população vai começar a diminuir mais cedo do que pensávamos. Nossas estimativas indicam que isso deveria ocorrer entre 2030 e 2035, mas provavelmente começará a diminuir antes disso", completou.
Como a população oficial contada pelo IBGE determina a participação no fundo de municípios, a "gritaria é normal", diz a pesquisadora. "É uma grita por recursos." Desde ontem, as prefeituras têm prazo de 20 dias para apresentar suas avaliações e eventuais contestações sobre os números divulgados pelo IBGE.
Alteração. O economista Marcos Mendes defende uma mudança no cálculo do Fundo de Participação dos Municípios. "A divisão é problemática, porque os municípios são divididos em faixas de população. Há um problema com os municípios que ficam na beirada das faixas. Às vezes, a diferença de três habitantes joga para uma faixa maior ou a redução de dez habitantes joga numa faixa menor", analisa.
Os mais prejudicados, segundo o economista, são os municípios que ficam nas periferias das capitais. "Eles têm mais de 156 mil e por isso recebem a alíquota máxima (4,0). No final das contas, eles acabam recebendo menos verba per capita que municípios de 10 mil habitantes."
Mendes afirma que isso não é justo. "Porque geralmente são lugares onde a população cresceu rapidamente, sem infraestrutura, com problemas sérios de saneamento. O fundo atualmente joga muitos recursos em municípios rurais, pequenos."
A divulgação dos resultados oficiais das populações nos municípios está prevista para o dia 29. Como o resultado ainda é parcial, ontem o IBGE não quis comentar os números.